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Cintos paraquedista para trabalho em altura e NR-35, com modelos de 1 a 5 pontos de ancoragem, versões com proteção lombar, regulagem total e kits que já incluem talabarte ou sling. Há cintos Life e MG Cinto. Escolha o número de pontos conforme a atividade, como posicionamento ou acesso por corda, ajuste bem as fitas das pernas e do peito e verifique costuras e fivelas antes de cada uso. Como escolher cinto paraquedista: o ponto dorsal é usado para retenção de queda, os pontos peitoral e frontal servem para trava-quedas em linha vertical e acesso por corda, e os pontos laterais na cintura são para posicionamento. Cintos com mais pontos atendem tarefas variadas, como postes, torres e espaços confinados. A norma de referência é a ABNT NBR 15836, e o CA indica o uso previsto. O ajuste correto deixa as fitas firmes no corpo, com espaço para passar a mão espalmada, e o ponto dorsal na altura das escápulas. Fitas peitorais e de perna devem estar sem torções. Inspecione antes de cada uso, procurando cortes, queimaduras, desfiamento, costuras soltas, fivelas deformadas e etiqueta ilegível. Limpe com água e sabão neutro, seque à sombra e guarde pendurado, longe de sol e produtos químicos. Qual a diferença entre cinto de 1 e 5 pontos? O de 1 ponto atende retenção de queda, e o de mais pontos permite também posicionamento e ascensão. Cinto que segurou uma queda pode ser reutilizado? Não, deve ser retirado de uso.