EPI por risco organiza os equipamentos de acordo com o perigo a controlar: corte, abrasão, impacto, produtos químicos, calor e solda, frio, ruído, poeiras, gases, eletricidade, queda de altura, chuva, baixa visibilidade, sol, risco biológico, vibração, olhos e rosto e escorregamento. O ponto de partida é o levantamento de riscos do posto de trabalho, que indica as proteções necessárias conforme a NR-6. Como usar esta seleção: a NR-1 exige que a empresa identifique perigos e avalie riscos no Programa de Gerenciamento de Riscos, e a NR-6 determina que o EPI seja adequado ao risco, fornecido gratuitamente, tenha CA válido e seja acompanhado de orientação e treinamento. Antes do EPI, devem ser consideradas as medidas coletivas e administrativas, como enclausurar máquinas, ventilar o ambiente e reduzir o tempo de exposição. Quando um mesmo posto tem vários riscos, os equipamentos precisam ser compatíveis entre si, como óculos que não prejudiquem a vedação do respirador ou abafador que encaixe no capacete. Registre a entrega dos EPIs, oriente sobre inspeção diária e defina quando cada item deve ser trocado. Guarde os equipamentos limpos, secos e em local próprio, longe de sol, calor e produtos químicos. Quem escolhe o EPI na empresa? A seleção é feita pela organização com participação do SESMT ou do responsável pela segurança, ouvindo os trabalhadores. Um único EPI pode proteger contra vários riscos? Alguns sim, como a facial inteira, mas cada proteção deve constar no CA.